O cuidado com os clientes é um dos grandes diferenciais da D6 Empreendimentos. Entendemos que cada pessoa é única e por isso merece toda a nossa atenção. Esse cuidado se dá não só no atendimento em si, mas também em cada detalhe dos apartamentos que entregamos.

E não poderia ser diferente. Afinal, cuidado é sem dúvida um dos grandes ensinamentos que Tânia Souza, mãe de Halisson e Darlan, irmãos e sócios da D6, aprenderam desde cedo. Por isso, o artigo de hoje é totalmente dedicado a ela, que é a grande responsável pelos valores adquiridos pelos dois – e, consequentemente, repassados para a empresa.

O início

Tânia nasceu em Itajaí e cresceu na Vila Operária. Filha do meio de três irmãos, herdou dos pais a retidão na criação que mais tarde passaria aos filhos. Seu pai, Waldir, trabalhava na antiga fábrica de papel, na Barra do Rio. “Éramos simples, mas nós nunca passamos fome. Meu pai fazia o trajeto quatro vezes por dia. Ia e voltava pra almoçar em casa”, relembra. Já a mãe, Maria, era dona de casa e também atuava como costureira pra ajudar nas contas de casa. Ou seja, trabalho e seriedade sempre foram palavras de ordem dentro de casa.

A profissional

Com valores tão fortes dentro de casa era natural que Tânia os passasse pra frente. E, antes dos filhos, vieram os alunos. “Foram seis anos dentro de sala de aula e depois 18 anos como diretora da Escola Básica José Fernandes Potter, no bairro Espinheiros”, conta. Depois de se aposentar, seguiu trabalhando. Não mais nas escolas, mas em um dos mais tradicionais restaurantes da cidade. Se você não conheceu o “Beira Saco”, saiba que ele ficava no início de Cabeçudas, onde hoje situa-se a sede da BRF (aliás, bem pertinho do Sun Coast).

A mãe

Tânia casou-se então com Nivaldo (in memoriam). Da união vieram Halisson e, seis anos depois, Darlan. O cuidado então só aumentou. “Mesmo trabalhando eu vinha meio dia pra casa pra deixar a comida na mesa pra eles almoçarem. Às vezes eu sequer conseguia almoçar, mas vinha pra deixar tudo prontinho”, relata. Como mãe, passou adiante valores como a honestidade, o carinho e o pensar no todo. Que, anos mais tarde, se refletiram na própria D6.

Aos risos, conta que às vezes, conversando com alguém, chama os filhos de “minhas crianças”. Conta que não tem jeito, sempre vai ver os filhos como seus bebês. “Os filhos pra gente não crescem nunca. A gente fica sempre preocupada, antenada, cuidando. A gente não desliga”.

A D6 Empreendimentos

Tânia lembra emocionada do lançamento do primeiro empreendimento, o Lady Elisa – no bairro Cordeiros. “Por um contratempo o Halisson atrasou quase uma hora. Estava um calor muito grande, era dezembro. Quando ele começou a discursar, pediu desculpas e falou ‘eu atrasei uma hora, mas gostaria que vocês lembrassem que estamos entregando o prédio muitos meses antes. Aí foi só aplausos”, fala com brilho nos olhos.

Outra passagem, do mesmo dia, encheu a mãe coruja de orgulho. “Um homem que nós nunca havíamos visto pediu a palavra e eu pensei… ‘ai, Meu Deus.. lá vem a primeira reclamação’. Ele era um dos moradores e foi só elogios pelas instalações do prédio. Eu chorei muito. Não tem como, a gente se emociona”.

Maturidade

Hoje, aposentada, Tânia é dona do seu próprio tempo. Conta que uma vez por mês se encontra com outros funcionários públicos municipais aposentados. No roteiro, viagens curtas ou almoços de confraternização. “Eu faço as minhas coisas. Cuido dos cachorros, dou aula de dança gaúcha, viajo, fico uns dias fora, às vezes deixo a comida até pronta”.

As refeições, aliás, merecem um capítulo à parte nesta história. “Venho pra cá de manhã, todos os dias, e faço o almoço. Depois almoçamos juntos. Muitas vezes tenho que pedir pra eles desligarem o celular, mas eu entendo, porque quando era diretora de escola, também atendia os pais no meu horário de almoço”, recorda.

Com isso, Tânia segue próxima dos filhos. O tempo passou, mas o cuidado seguiu, segue e seguirá por muito tempo. Não tem como uma mãe não querer o melhor para os filhos. Aliás, dia das mães? Ela não se apega tanto a data. “Dia das mães é todo dia”, reflete. Com uma mãezona dessas, alguém vai ousar discordar?

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